
Parece que houve um "engano" na transcrição para o Diário da República da lei sobre limitação de mandatos. Na forma tratou-se apenas de um "de" que passou a "da". Mas na substância, para os interessados, dará mais jeito serem Presidentes da Câmara do que Presidentes de Câmara. A "nuance" gramatical sobre este tema, vá lá saber-se porquê, fez-me pensar sobre qual será a diferença entre um filho de puta e um filho da puta?
A resposta não interessa, mas cá para mim os que preferem o "da" podem ir para a que os pariu.