terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Injusto



O Maestro M.G.Moura foi condenado por gastos injustificados e exorbitantes em nome da Orquestra que dirigiu. De acordo o Público de hoje, entre os gastos havia viagens para destinos luxuriantes e grandes almoçaradas em restaurantes de topo. De acordo com o réu, maestros não comem em tascas. Tá certo! Ainda se encostavam a um daqueles balcões engordurados das latas de filetes de cavala e húmidos dos "penáltes" derramados, e depois era desagradável aparecer em palco com a casaca de abas de grilo cheia de nódoas e a cheirar a vinho. Alguns artistas foram suas testemunhas abonatórias. Pedro Burmeister, por exemplo, afirmou que as férias faustosas eram merecidas, pois o trabalho de um maestro é muito desgastante. Calculo que tenha razão. Um treinador de futebol é muitas vezes comparado a um maestro.
Porque é que o M.G. Moura não pode usufruir de tudo à grande como o "special one"? Mais a mais ele é MOURA enquanto o outro é Mourinho!
Se calhar o que o tramou foi ter gasto dinheiro da orquestra em lingerie. Segundo os jornais, até facturas de cuecas fio dental estavam na lista de despesas oficiais.
Qual é o problema? Hoje é necessário diversificar os suportes publicitários, por forma a atingir determinados tipos de público.
Um concerto sempre foi um acontecimento social muito formal, onde não se usa qualquer trapinho para assistir. Usar o vestuário como veículo de promoção não está mal visto. Está bem que umas cuecas fio dental não servem para um concerto onde se tocam as grandes obras da música clássica. Mas e se for para ocasiões onde se executam 2 ou 3 minuetes?
HÁ AZAR meritíssimos????

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Postal de Copacabana


Ói galera. Tudo legal por aí? Eu por aqui me estou virando. Esse negócio de bifana tá correndo muito bem, graças a Deus. O porco preto tá fazendo o maior sucesso. Minino, só queria que vissem. Virgem Maria, de cada vez que ponho o pé na praia é o pessoal todo mi chingando que querem bifana. E as garotas, minino, as garotas é o maior barato trincando minhas bifanas.
Que pensam do meu boteco? Tão vendo aí na foto? Tem limpa para-brisa e tudo. Faço de Copacabana à Barra da Tijuca todos os dias!
Sei não se vou voltar para aí.
Um abração para todo o mundo!

domingo, 23 de dezembro de 2012


Bom Natal para toda a Tertúlia.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A selecção dos sub-70...

O mais novo dos fundadores, o Caló, chegou aos 61. Coincidindo o 21 de Novembro com a Amável Quarta, houve que esperar pelo 22 para a comemoração que se impunha. Tivemos a falta do grande Afonso, mas houve a presença extraordinária do JP Pires, do Manuel Rita e do Parreira Afonso, que se fizeram acompanhar de algumas especialidades vínicas que por momentos nos fizeram esquecer a qualidade excepcional do supertinto.
O João apresentou as entradas do costume, a que se seguiu (estava eu feitinho para um cabritinho no forno)um refastelado guisado de aves de capoeira, de resto, bem trabalhado. Até ovos tinha a bicha...
Por fim, houve direito a leite creme queimado na hora por maçarico que o adegueiro apresenta em dias de festividade. Qual bico de Bunsen...
Depois, as bebidas do costume, seguindo-se a actuação de artistas residentes, não sem que antes, por duas vezes, tivessem sido cantados os parabéns, com a devida música da Internacional.
Houve lugar a entrega de troféu evocativo da data, troféu em que o golfista ataca a bola com a certeza dos predestinados...
Aqui vai o poema lido no momento dessa entrega.

Ao Calo, nos 61

Dia de Esfola…


É dia de glória,
De outros sessenta na memória…
E lá estão nos Altos Pinheiros,
Mais um aniversário, quatro parceiros…
Há uma relva macia,
Fofa, luzidia…
E há um buraco…
Desportista eclético,
Em porte atlético,
Dobrado sobre o taco,
Lá está o Pato.
Aponta o taco
Direito ao buraco
Ali tão perto…
Ira dos Deuses, por certo…
Ora o taco espirra!
Ora o buraco mirra!
Estará a mira torta?
A bola, essa, fica à porta!!!



Faro e Tertúlia Amável, 21 de Novembro de 2012
Augusto Miranda
Não tenho foto do troféu. O Caló trata disso...
Tá tratado, não é o troféu, mas a situação! (o troféu leva a interpretações dúbias)

domingo, 25 de novembro de 2012