sexta-feira, 16 de novembro de 2012

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O seu a seu dono...



O Senhor Baptista e o Senhor Alves, agora aliadíssimos, continuam no seu melhor, constituindo-se como uma dupla de criatividade "activa e de que manaira". Utilizando as novas tecnologias para disparar em todas as direcções, recorrem até às pistolas do bando dos quatro, no famoso filme "The magnificent four are back". Como se pode constatar, as pistolas são de calibre e tamanhos diferentes, mas sempre se dirá que um pistoleiro não se mede pelo tamanho da pistola.
Foi evidente que alguns dos tertulianos se sentiram excluídos dessa grande saga realizada pelo enorme George of Conception, na sua versão original com 7 magníficos. Assim, de imediato os nossos serviços segretos trataram de investigar a razão pela qual três dos pistoleiros estavam afastados desta memorável realização. Apanha-se mais depressa um pistoleiro do que um coxo, lá diz o povo. Sendo pistoleiros, também têm as suas fraquezas. No intervalo de filmagens, lá vestiram as suas fatiotas domingueiras e, zás, arrancaram até à Adega Amável onde actuava um trio famoso de cujos nomes não me recordo, mas que terminavam todos em "aço" (o dos dois esses é para disfarçar). Provavelmente porque o seu empresário está ligado ao negócio do ferro...
Diz quem os viu que dos três se notava claramente que o do charuto era artista já com largo currículo nas diversas áreas do espectáculo: do Teatro ao Cinema, do recital de poesia à portaria do Lethes, da apresentação na Doca ao canto do "Vou andar por aí". Terá saído da Adega já cozidito às paredes, juntamente com o GdoG (Gil do Grão). Amparavam-se solidariamente. Os outros, os dos chapéus branco e tinto, com créditos firmados, o do branco no fado do Sobreiro(na Marcha do Marceneiro) e o do tinto conhecido como o "romântrico del caribe", pelas suas soberbas interpretações caribenhas, nas horas vagas da pistolagem, apesar de tudo, gostam de sair com artistas.
Não chegaram a tempo da chapa...

terça-feira, 6 de novembro de 2012

O Bando dos Quatro Magníficos continua a saga


Geração à Tasca, regresso ao passado...

Muito avisado o texto do nosso tertuliano não identificado, olha para mim que eu olho para ele, publicado a 3 de Novembro. É certo que há por aí rapaziada que deita os foguetes e apanha as canas, que vem publicando cartazes "achincalhantes " da imagem de tertulianos, ainda por cima omitindo figuras relevantes como o sr Silva, o Sr Grosso do Zambujeirão e outros que têm abrilhantado com o seu talento as amáveis quartas da Senhora da Saúde. Por de tráz de muito do que se está a passar em toda a actividade da tertúlia, está o Sr Baptista, infiltrado da Loja do Grão. Em vez de terem a coragem de atacar a troica, aparecem com aquele cartaz com o trio formado pelos conhecidos CdoC, BdoB e AdoA (Lobo). Como se trata de linguagem cifrada, passo a explicar: Carlos do Carmo, Bento do Benfica e António do Antunes (Lobo).
Ainda bem que há quem queira sangue, mesmo que em cabidela; quem queira um papinho mesmo que de perdiz e, quiçá, uns pasasarinhos fritos, mas sem cebola.... As saudades que eu já tinha...
Não podemos ter medo do regresso ao passado,aos nossos valores identintotários, verdadeira argamassa da gloriosa tertúlia fundada pelo Bando dos Quatro.
Por regresso ao passado, não posso deixar de partilhar convosco um encontro que, no dia em que a mula da Copofa apareceu ao Pelica, tive com uma figura bem conhecida de Faro. Todos temos direito à nossa aparição. Registei o momento com a minha Kodak, em rolo 100 Asa, de 36 fotografias. Aqui vai


Esclareceu-me que aquela garrafa embrulhada em jornal não era para esconder o líquido, mas tão só que fazia parte do material de trabalho relativo à avença que tinha com a Adega Amável. Ossos do ofício de um provador de vinhos... Estava em plena prova cega e só o canito sabia de que vinho se tratava...

domingo, 4 de novembro de 2012

Prémio Chancalho de Ouro

Fontes próximas do Senhor Alves e do Senhor Pinto, grandes promotores das actividades de entretenimento da Tertúlia Amável, confirmaram para breve a atribuição do prémio "Chancalho" de ouro relativo ao ano que agora termina.
O Senhor Cuco que deixou de aparecer em público, já fez saber que é sem sombra para dúvidas, um dos grandes candidatos à nomeação.
Entretanto, fomos informados por agentes infiltrados que se preparam movimentações de alguns sectores tertulianos, tendo em vista a manutenção dos direitos adquiridos. O Senhor Cuco lamenta apenas o silêncio do provedor, o que poderá indiciar que estará a tomar partido a favor da nomeação de algum habitué.

sábado, 3 de novembro de 2012

Que se lixe o blogue. Queremos a tasca de volta!



Li o comentário do post mais recente e confesso que gostei. Gostei do termo "achincalhante" pois traduz integralmente a realidade tertuliana. Neste momento a Tertúlia é governada de fora para dentro, i.e., o blogue é uma espécie de troika que condiciona a vida da Tertúlia. Estamos a ser governados por quem domina a informação e as novas tecnologias. Já vivenciámos (gosto do verbo) as investidas da Loja do Grão na luta pelo controlo da Adega. Agora a investida é através de meios mais sofisticados e visa não só o domínio do petisco mas vai mais além,pondo o enfoque na área do "entertainement", para desviar as atenções do essencial. Promove aqui este fadista, acolá um grupo pop, acoli uma pimbalhada. Penso que devemos cortar com este modelo, que menoriza a linha etiltorial e faz gato sapato dos estatutos fundatórios. Há pois que colocar a questão: que tertúlia queremos? Até onde estamos dispostos a ir? E a que preço? Já sabemos que, de encargos fixos, há que contar com entre 10 e 15 metros para assegurar o estado pinguço. A despesa corrente é a do tinto (corrente, pois claro!) e "vareia" muito.Mas há sempre alternativas!
O que proponho é um regresso aos princípios fundadores da Tertúlia. Uma refundação do estado pinguço, com base no estímulo ao investimento no consumo interno. Há quanto tempo não vem à mesa uma galo de cabidela, um borreguinho no forno, uma canja de perdiz ou uns passarinhos fritos? E o que dizer dos tintóis de garrafeiras particulares que se evaporaram, quiçá agora colocados em "offshores"? Não! Não, este modelo não serve e não resolve os nossos problemas, antes leva à secura e à desidratação!
Não nos dêem mais música!