segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Mais meia hora talvez seja curto.


"O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem..."
Dizem-me constantemente que o que me não falta é tempo. Tá errado!Senão vejamos:hoje, das 8.45h até às 17.30H (mais do que "das 9 às 5", paradigma do tempo de trabalho das sociedades desenvolvidas"), só tive tempo de ir a 3 sítios: 2 vezes ao Amável, 2 vezes à empresa e 2 vezes aos correios (CTT e PT). Na empresa foi onde permaneci menos tempo (pr'aí uma horita), e foi quase o mesmo da visita ao estabelecimento comercial de vinhos e petiscos. Quase 4 horas foi quanto tive que ganir enquanto esperava que me trocassem o comando da Meo e me entregassem a carta de condução nova.
Agora já deu para entender a meia horita a mais que faz falta trabalhar?

domingo, 1 de janeiro de 2012

sábado, 31 de dezembro de 2011

Bonnus Annus Pinguçum



Até que o ano não foi mau para os pinguços ( o IVA do vinho manteve-se).
Boas pomadas em 2012, para todos os seguidores da tertulia.
VIVA A COLHEITA DE 2007!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Bom Natal



Apesar de tudo, Bom Natal para todos os Pinguços e as melhoras para o Eusébio.

Secretário Geral da Tertúlia

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Fronteiras em Chamas


Com a descoberta de ouro, será que Tom Grant vai ter sossego?
Obrigadinho Gil.
Ganda cobóiada!
Vi isto no cinema Santo António há para aí uns 50 anitos!
Salvo erro são 18 episódios. Passou em dois dias (sábado e domingo)

Caló

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Tintos especiais e superbrancos




Algures em lugar seguro, escorreram acompanhadas de uma canja de PERDIZES(plural de meia perdiz)e de umas sopas de lebre.
Troika aqui/ troika ali/ só a mim não troika nada... (NHETACATÉF.....!)

domingo, 4 de dezembro de 2011


ENCONTROS IMPROVÁVEIS
(ou nem tanto)





Talvez que situações de depressão propiciem ocorrências com significado relevante, ou talvez que tudo não passe de simples incidentes circunstanciais, aos quais atribuímos um significado que na verdade não têm.
O certo é que os dois recentes sexagenários se deparam na baixa de Faro, após uns bons quarenta anos sem se verem, quiçá desde os tempos das traquinices liceais.
Ela, discreta, de comportamento sóbrio, aparentando algum cansaço e desilusão, que a idade, de resto, já não lhe permite esconder, mas ainda assim surpresa e contente pelo inesperado do encontro.
Mas ele, cabelo branco ao vento, melenas ralas e irreverentes, ajeitadas de quando em vez para trás, com ambas as mãos, num gesto cuidadosamente displicente, verbo fácil, nem sempre fiável. Não fora a penca abatatada e a pança proeminente, denunciando um passado algo pinguço e brejeiro, dir-se-ia que se estava perante um veterano actor de pacotilha de filmes da série B.
A conversa de ocasião fluiu com a necessária conveniência:
Então como estás minha querida amiga?
Bem, graças a Deus, à beira da desejada reforma, com uma pensão pouco menos que razoável para passar melhor ou pior os meus dias. E tu, que fazes?
Eu, o teatro tem sido a minha paixão e a ele me tenho dedicado! Tenho feito também um pouco de cinema e intervindo em algumas novelas, voando entre Portugal e o Brasil. Ah, mas agora entreguei-me de alma e coração ao voluntariado. Encontrei a minha missão e a ela me dedicarei com o empenho que me é reconhecido.
Despediram-se, ela escondendo a sua admiração num sorriso afável, ele com uma gargalhada alvar e segura, mas ambos com sincera amizade.
Para uns, o futuro triste e sombrio. Para outros os amanhãs que cantam, no conforto consigo próprios.
Seguramente o sol não brilhou nem brilhará para todos nós!

Jorge Leiria