Este Côto de Mamoelas é apresentado em garrafa verde acastanhado (antique), modelo Cuvée des Sacres, com cápsula em alumínio complexo e roupagem composta por rótulo, contra-rótulo e livrete, onde se encontra toda a informação referente ao Espumante.
Há por aí um tertuliano que vai apresentando garrafagem com rótulos a puxar ao "fotoshupados", pois diz que chupa nelas.
Trabalho bem apresentado, com falsificação quase indetectável, só ao alcance de especialistas de formação superior ao abrigo de QCA dos mais antigos. Provavelmente o II.
Vinte valores
Um espumante de Vinho Verde que na semana passada assentou na nossa mesa. De bolha fina e persistente, aroma com a presença da casta, mineral, com algum tostado/bolacha e complexidade, devido ao estágio em garrafa. Encorpado, seco (bruto natural), boa acidez e no final sente-se a fruta onde persiste a casta.
segunda-feira, 18 de julho de 2011
Poi bem, cá por mim, tal como disse(e confirmo o que disse)no post sobre a calçagem, vou pelo produto nacional,no caso a Antiquíssima. Nabunda,aguardente importada do brasileiro Município da Lapa,que tome quem quiser.
Se não fosse por nada ainda ia fazer uma perninha para o Ministério da Agricultura, até aos 65. Se este governo se aguentar, com tanta poupança, ainda isto vai ser uma festa! No primeiro mês, fora com as gravatas. Para o mês que vem, calças em baixo e saias pra fora. Daqui a tempos é ver a Assunção a despachar em lingerie: "Ó senhor secretário de estado, que nódoa é essa nas cuecas? Queijo limiano derretido?" Acho que a medida devia ser alargada aos outros órgãos de soberania, com excepção da Presidência da República (a Maria não se deve rapar). Agora já viram na Assembleia, a outra Assunção em "babydoll", a Jamila em "topless", a Ana Drago (mais radical) descascada? Era ver aquelas bancadas exibindo-se todas a favor das propostas do governo (quem vota a favor levanta-se!). E então o Portas, com fio dental, era um sucesso diplomático! Parabéns à Assunção Cristas por esta medida coerente com a situação do país: ESTAMOS DE TANGA e a verdade não se esconde!
Finalmente reapareceu nas lides bloguistas o nosso primeiro sexagenário. E apareceu para dar uns conselhos sempre amigos a um tertuliano, a respeito do abuso de bebida branca tradicional cá da província, pelo menos na sua mais destacada origem, mas seguramente martelada, como vão fazendo ao que resta dos nossos valores identitários. Ora, se a preocupação do Jorama fosse essa,a da qualidade do produto, estava perfeitamente de acordo. Mas não! Depois de ter contado as bufas do francês(note-se que ainda não há conclusões do inquérito que o Procurador da República mandou instaurar pra ver se existiram ou não, embora na campanha eleitoral o Passos Coelho tivesse prometido acelerar o processo),depois de com frequência remeter o tertuliante Botas a silêncios que só "As Velhas" do Gil desfazem, desata agora a contar os balões de suposto medronho que o tal tertuliano bebe. Nunca mais de 2, porque o 3º, quiçá o 4º, são pequenos apontamentos não contabilizáveis em qualquer contagem que se preze. Da quantidade, estamos entendidos. Quanto à qualidade, não é posta em causa, embora se possa depreender que não será a melhor, pelo que recomenda a sua substituição por material estrangeiro. Por acaso essa tal Stolichnaya e a Zubrowka bem que podiam actuar no Angels, mas pelos vistos uma anda pelo Jumbo e até não se arrisca muito no preço, enquanto a outra pode ser atacada no Pingo Doce a um preço bem mais acessível. Face à situação difícil que atravessamos, embora compreenda a recomendação, vou ficar-me pelo produto nacional, seguindo o apelo de muitos dos nossos governantes. Até porque a Vodka tem 45% e este número cheira-me a corte do subsídio de Natal, não sei porquê. Na próxima, sai uma Antiquíssima. Até lá, um brinde ao Ministro da Saúde. Ilustra Caló A conversa tá a pedir que vão tomar desta Caló