segunda-feira, 16 de maio de 2011

Isto sim, é uma questão de "pentelhos" e não só!


De acordo com informações da Polícia Novaiorquina, a arrumadeira que o chefe do FMI quis "ajudar" é portuguesa. Licenciada pela Universidade das Beiras, Politécnico de Pousafoles, é mais uma da geração à rasca que foi obrigada a emigrar, para poder exercer uma profissão de acordo com as suas habilitações. Parece que acabou há 5 anos o curso de Engenharia de Valas e já tinha trabalhado a horas no Lidl de Penalobo. Terá sido o facto de ser portuguesa que "atiçou" o economista garanhão. "Então esses tugas é que pediram para a gente os f...., e agora queixam-se!", desculpou-se o Dominique à polícia.
Entretanto uma lavadeira irlandesa e um copeiro grego, trabalhadores do mesmo hotel, também apresentaram queixa por investidas do senhor FMI, meses antes.
Dada a nacionalidade da vítima, Strauss pediu para ser julgado em Portugal, não sem antes dar instruções à troika de Lisboa: "Não há mexidas na Justiça, ok?"
Caló

domingo, 15 de maio de 2011

Há vida para além dos pentelhos


Ai agora já não querem saber do fundamental, de comes e bebes? Agora só andam ocupados com música e versos e outros "pentelhos"? Pois então aqui vai disto. Avarei na Praia da Salema este fim de semana. Decidi não ir ao mercado de Lagos, onde habitualmente vou ao peixe quando aqui estou, e optei pelo simplérrimo mercado da Vila do Bispo. Com uma oferta limitada de pescado, ainda assim deparei-me com uns bons exemplares de fresquíssimos cantarilhos. "Cozidinhos, de azeite e vinagre, são uma delícia. Tá safo o almoço", pensei. Mas eis que irrompe no mercado um pescador local com uma "pagelinha" de tramelgas (deliciosos os fígados) e pata-rôxas. Primeira forma! Caldeirada à vista! Uma incursão nas verduras, todas de produtores locais: batata roxa deliciosa, tomate desmanchado (cor-de-rosa, carnudo, começa a aparecer agora e desaparece em Agosto), pimentinho, cebola e salsa. Aqui vai disto!
Umas meloas anãs (tamanho de bolas de bilhar), a evidenciar a ausência de adubos, reforçavam o apetite por um branco bem fresquinho, que a calmaria do levante daqui sempre apela. A coisa estava composta! Dali, um salto ao tasco para uma sandes de moreia frita e uma mini gelada, antes de ir comprar o Expresso. Novo afortunado encontro no tasco: uma dúzia de bruxas e duas navalheiras contumazes à lota rabiavam num cestinho de um "traficante". Ajustado o preço, regresso a casa. Uns mergulhitos no mar fresco (a sério fresco, não frio), a inaugurar a época balnear. Um gin tónico para lavar os dentes e clarear a garganta (não é Jorge?)e mãos à obra, que o dia está bonito!
Resultado: almocei uma valente caldeirada, lanchei umas bruxas e navalheiras de estalo, atamanquei o bucho, pela hora do jantar, com uma massinha do caldo da caldeirada e fui ver o Braga-SpOOOOrting no bar do meu amigo Penugem. Ah, ainda não abri o Expresso!
Caló

terça-feira, 3 de maio de 2011

Certo dia fui à caça



Certo dia fui à caça lindo canário apanhei
Fui levá-lo de presente à filha do nosso Rei
À filha do nosso Rei, à Condessa brasileira
Mandei fazer uma gaiola da mais fininha madeira
Depois da gaiola feita meti o canário dentro
Quer de dia quer de noite, era o meu contentamento
O canário adoeceu com uma grande constipação
ATCHIM!!!!!
Mandei chamar o doutor com três lancetas na mão
À primeira lancetada o canário estremeceu
À segunda bateu asas, à terceira lá morreu
Mandei fazer o enterro lá prós lados do coreto
Vieram trinta canários todos vestidos de preto
Só uma pombinha branca vinha vestidinha de luxo
Veio o gato da vizinha meteu tudo para o bucho
Ó vizinha olhe o seu gato faz favor de o prender
Eu não ando a criar pombas p’ró seu gato as comer
Eu não ando a criar pombas p’ró seu gato as comer

Casei, tive um menino

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Vila de Frades

Homenagem ao Desidério e a Vila de Frades.
aí está...

É vinho

O fado é que educa e o vinho é que instrói

terça-feira, 19 de abril de 2011

Um pinguço pinga-amor?


Anónimo disse...
Melhor que a mulher é o vinho
que faz esquecer a mulher...
que faz dum amor já velhinho
ressurgir novo prazer.

Luiz Pacheco